Diga aonde você quer chegar
“Pedir comida em Paris sem apontar pro cardápio” funciona tão bem quanto “passar numa entrevista técnica”. A Ducky monta o caminho a partir daí.
Ele conversa com você todo dia, corrige sua pronúncia na hora e monta a aula de amanhã com o que travou hoje. As três primeiras aulas são de graça, sem cartão.
Cancela em dois cliques, sem falar com ninguém.
TAMBÉM DÁ PARA Subir o seu próprio material. O e-mail que você não sabe responder, a doc que travou, o roteiro da reunião — vira uma aula de 20 a 30 minutos, sua para sempre. R$ 12,99Nada de nivelamento de quarenta minutos antes de dizer a primeira palavra.
“Pedir comida em Paris sem apontar pro cardápio” funciona tão bem quanto “passar numa entrevista técnica”. A Ducky monta o caminho a partir daí.
Escreva ou fale. A conversa continua exatamente de onde parou ontem, com o vocabulário que você já viu e um pouco do que ainda não viu.
Você diz quanto tempo tem hoje e a aula é montada para caber. Dez minutos rendem — o que muda é quantas questões entram.
Ela é montada no momento em que você abre o app: o que escapou ontem, o assunto que você escolheu e um pedaço novo — no tamanho de tempo que você tem hoje.
Começar de graçaAmanhã essa lista é outra. Ela não estava pronta esperando você.
Quando você termina uma aula, ele não arquiva e esquece. Ele lê o que aconteceu: quais palavras você errou e quantas vezes, o que a sua fala transformou em outra coisa, o que você marcou como difícil, o que você digitou quando algo não fez sentido.
Disso ele escreve um retrato seu — curto, honesto, em português. Algo como “confunde gênero dos substantivos” ou “come o -ed no final dos verbos no passado”.
Esse retrato entra na aula seguinte. Não como enfeite: a aula é obrigada a atacar o que está nele. Se o tema do dia não tiver relação com o seu erro, ele encaixa um exercício que tenha.
E o retrato encolhe. O que você resolveu sai da lista. Ele não vira um prontuário de defeitos — vira um mapa do que ainda falta.
A partir da segunda aula ele já te conhece: o retrato precisa de aulas para existir, e até lá a seção nem aparece no app.
Ainda escapa
Já está de pé
A próxima aula ataca: o -ed do passado, em três formatos diferentes.
A aula de hoje vira aquilo. O e-mail do cliente, a issue que você não entendeu, o trecho da documentação que travou. Você sai com a resposta escrita e sabendo dizê-la.
Cole o texto ou anexe o arquivo. Se está em inglês e você precisa responder, serve.
O vocabulário, a pronúncia e a conversa saem do seu próprio texto — não de um tema genérico de curso.
Ela fica na sua conta e não expira. Refaça quantas vezes quiser, no dia da reunião e um mês depois.
Um e-mail, um PDF, uma página de documentação, o roteiro da apresentação de quinta.
O seu documento é usado para montar a sua aula e não vira material de mais ninguém.
Uma correção por vez, dita no meio da conversa e sem interromper o assunto. Você não perde o fio para ouvir uma explicação de gramática.
Aperte “rodar a conversa” pra ver como a correção aparece.
No fim da aula, alguns minutos de conversa de verdade — sem roteiro, sem alternativas. Você fala, ela responde, e usa só a gramática que você já viu. Nada de ouvir uma frase que você não tem como entender ainda.
Você pode interromper no meio. Ela espera você terminar. E não muda para o português só porque você travou uma vez.
Não é aula gravada com quiz no fim. É alguém do outro lado, disponível quando você tem tempo.
Cada aula é escrita depois de ler a anterior. Seus erros viram o plano da próxima.
Quando você fala em voz alta, a correção compara o que saiu com o que era esperado e aponta o som, não só a palavra.
O que você acertou sai do caminho. O que escapa volta — em outro formato, até parar de escapar.
Nenhum “muito bem!” automático. Se saiu errado, ele diz onde e por quê.
/máit bi/, não /maɪt bi/. Você nunca vai ver um símbolo fonético aqui — se você precisa aprender o alfabeto antes de aprender a palavra, alguém errou.
Cada tema traz o deslize que a gente comete — e por quê. Você diz “I have 25 years” porque em português tem. Em inglês você é.
Esportes, viagem, comida, games, carreira. As frases da aula saem daí — porque ninguém decora vocabulário sobre um assunto que não interessa.
A regra em três frases, no seu idioma. Exercício em inglês. Você não vai travar na explicação de como não travar.
Cada um com a sua trilha própria — não é a mesma aula traduzida.
Gasta um nível inteiro em do/does nas perguntas, que o espanhol simplesmente não tem.
Gasta em ser/estar e no subjuntivo, que o inglês quase não usa.
Precisa começar pela pronúncia, porque nada se lê como se escreve.
Trai justamente por parecer fácil.
Quem estuda dois, tem dois — e nada se mistura. Trocar de idioma não apaga nada: se você parar o italiano e voltar seis meses depois, ele está exatamente onde você deixou.
Seu plano inclui um idioma. Cada idioma a mais custa R$ 9,99 por mês, na mesma fatura. Ele começa na hora — você adiciona e já estuda hoje; o valor entra só na próxima cobrança.
Alemão e japonês entram em seguida. Me avise quando chegar.
As três primeiras aulas são por nossa conta, sem cartão. Depois você decide se continua.
As 3 primeiras aulas, sem cartão.
Da quarta aula em diante, você escolhe um plano.
Criar contaPra quem vai usar todo dia.
Cobrado todo mês. Cancela quando quiser.
Começar de graçaA casa toda, até 5 pessoas.
Cobrado todo mês, até 5 pessoas.
Começar de graçaSuba um e-mail, um PDF ou um roteiro e receba uma aula de 20 a 30 minutos feita em cima dele. Ela fica sua e você refaz quantas vezes quiser.
A Ducky Kids é o mesmo idioma em forma de jogo: missão de dez minutos, sem chat com estranhos e sem anúncio.
A pergunta não é se você vai estudar todo dia. É se, no dia em que você voltar, alguém vai lembrar de onde você parou.
O pato não faz o mesmo som em cada idioma. Aprender uma língua é isso: a mesma coisa, dita de um jeito que você ainda não sabe.
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